sábado, 7 de janeiro de 2012

NOVA DIRETORIA DA IGREJA PRESBITERIANA


Desejo a essa nova diretoria, que ela trabalhe arduamente para o crescimento espiritual da igreja em nome do senhor Jesus.

BREVE HISTÓRICO DA IGREJA PRESBITERIANA DE VÁRZEA ALEGRE


O início da história da 1° Igreja Presbiteriana em Várzea Alegre começa no ano de 1921 no coração de um homem chamado João Luiz Nogueira, mais conhecido como Jucá de Freitas, que nesta época morava no sítio Medeiros, próximo ao sítio Boa Sorte e Baixio Verde. Depois de ter ouvido falar de vinda do Pastor Sebastião Gomes, um Pastor recém Ordenado que pastoreava uma Igreja em salvador na Bahia e veio para Várzea Alegre, Jucá de Freitas sedento pelo evangelho foi até o encontro dele. O encontro de Jucá de Freitas com o Pastor Sebastião veio resultar na conversão de Jucá.
Dez anos depois, em 1932, Jucá foi morar no sítio Xique Xique, ali também trabalhou com a divulgação do evangelho Essa era a família de Seu Jucá, sua esposa dona Maricô, seus filhos Levi, Zezinho, Francisca Odeva, Eliúa,Timóteo, Joana, Miriã e Moisés.
Finalmente em 1952 veio morar em Várzea Alegre, quando começou, juntamente com missionários norte-americanos (Missionário Franklin e Família que residiam na. cidade do Crato na época), abrindo um trabalho na Rua Coronel Pimpim.
O trabalho cresceu, e resultou na conversão de muitos outros irmãos, que tempos mais tarde, mais precisamente no ano de 1972, começaram a construir, na rua Dep. Figueiredo Correia s/n, a primeira congregação presbiteriana de Várzea Alegre.
Sete anos mais tarde, mais precisamente no dia 04 de março de 1979, as 10 horas, viria a se organizar em Igreja, se tomando assim a 1° Igreja Presbiteriana na cidade de Várzea Alegre, que até hoje está situada à Rua Dep. Figueiredo Correia N°143.
A Comissão do Presbitério (que na época era o Presbitério do Ceará-PCEA) que trabalhou no Processo de Organização da nova Igreja era constituída dos seguintes irmãos: Reverendo Raimundo Vieira Rosa, que era o Presidente do presbitério na Ocasião; Reverendo José Gilsom Meneses, que era o secretário de Atas; Reverendo Jonas Gonçalves da Cunha, que foi o responsável pela declaração dos direitos e deveres dos membros que formariam a nova Igreja e os Presbíteros Jáder Cortez Varela, Jorge Gomes de Meio e Moisés Nogueira de Freitas; este último que veio substituindo o Presbítero Joaquim Pereira de Sucupira que estava enfermo.
A Igreja foi organizada na época com 106 membros comungantes que eram pessoas não só da sede mais das cinco congregações. A sede tinha cerca de 40 membros.
Seu primeiro Pastor foi o Reverendo Jonas Gonçalves Cunha que assumiu a Igreja após o culto solene de Ordenação dos novos oficiais que se deu às 19 horas.
No mesmo dia, esta mesma Comissão convocou a Igreja para às 16 horas realizar a Assembleia Extraordinária que elegeria os novos oficiais que iriam compor o novo Conselho e a nova Junta Diaconal. Os irmãos que foram eleitos na ocasião foram os seguintes: Presbíteros eleitos: José Monteiro de Souza, Francisco Ferreira Lima, José Cunha de Meneses e José Luiz Nogueira. Diáconos eleitos: Adiei da Cunha Mendes, António Juvenal da Lima e António Alves. A posse e Ordenação destes oficiais se deram no mesmo dia em culto solene que aconteceu às 19 horas. Os Pastores que participaram da Ordenação destes oficiais foram os seguintes: Reverendo Raimundo Rosa, Silom Menezes e Jonas Gonçalves.
De 1979 a 1985 a igreja foi pastoreada por Levi Nogueira onde trabalhou com empenho e dedicação na obra iniciada por seu pai - seu Jucá.
Em 1986 o Rev. Hercilio José da Silva assume a Igreja até o meio do ano de 87; em seguida e somente até o final do ano de 87 assume o Pastor Paulo José Benício.
Em 1988 assume o Pastor Élgio Bezerra da Silva e fica até o Final do ano.
Em 1989 assume o Rev. José Baíista Filho e pastoreou a igreja até o final do ano de 90.
E a igreja crescia . Em 1991 assume o Rev. Eudes Ferreira de Oliveira e ficou até a metade do ano de 92. Sua última participação no conselho da Igreja encerrou-se na reunião de 06 de junho de 1992.
De 92 a 97 a igreja é Pastoreada por Jobson Alencar que desenvolveu um grande trabalho na igreja tendo se achegado muitos irmãos que hoje até ocupam cargos de liderança em muitas igrejas de toda a nossa região. Nesse período o templo passou por uma reforma e apresenta-se exatamente desde então; e a igreja crescia e a igreja cultuavae a igreja trabalhava.
Depois de uma época sem pastor o Pr. Sílvio José que assume a igreja e dá continuidade ao trabalho e pastoreou aproximadamente l ano e meio.
Do ano de 2000 até o início de 2010 esteve conosco Pr Alexandre Batista de Lima, o pastor que mais tempo permaneceu a frente da Igreja.
Atualmente a Igreja é pastoreada pelo Rev. Kenney Peixoto Ribeiro, que além de zelar pela espiritualidade da Igreja, iniciou duas importantes obras: Construção da Casa Pastoral e Reforma Definitiva do Templo.

Rota de colisão


2 Samuel 12:1-15

…sabei que o vosso pecado vos há de achar. —Números 32:23
Gênesis 20–22

Minha esposa e eu estávamos dirigindo em uma rodovia quando vimos um motorista fazer a curva à esquerda em um ponto específico para veículos de emergência. Ele estava planejando fazer o contorno e voltar para o outro lado da rodovia.

Olhando para seu lado direito esperando por um momento em que pudesse atravessar, não notou que uma viatura de polícia estava se aproximando dele pelo lado esquerdo. Finalmente, ao ver uma abertura, o motorista arrancou e bateu no carro de polícia.

É comum pensarmos que podemos fazer algo errado sem sermos punidos por isso. Após o rei Davi ter cometido adultério com Bate-Seba, ele também se preocupou em “livrar-se da punição”. No entanto, estava em uma rota de colisão com Natã. Seu adultério, engano e assassinato “…foi mal aos olhos do Senhor” (2 Samuel 11:27), então quando Natã expôs o pecado atroz de Davi, o rei ficou profundamente arrependido. Ele confessou, se arrependeu e recebeu o perdão de Deus. Porém as consequências de seu pecado nunca se afastaram de sua casa (12:10).

Se você tem procurado se livrar de algo, lembre-se de que “…o vosso pecado vos há de achar” (Números 32:23). Entregue-se para Deus. Não se esconda. Em vez disso, busque Seu gracioso perdão.

Precisamos encarar nossos pecados antes de abandoná-los no passado.
7 de janeiro de 2012

Dennis Fisher

Publicado no devocionário Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário 1º trimestre de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ISRAEL ADVENTISTA


Sou Israel Batista
Adventista
Metido a artista
E escritor

Na minha lista
Sou altruísta
Também cronista
Escrevo com fervor

Espero o senhor
Eterno salvador
Que me tirou a dor
Do céu descer

Pois seu eterno amor
E a glória de esplendor
Por ser um redentor
Que me faz crescer....

...Espiritualmente.

Israel Batista

*Eu em frente a igreja Adventista de Várzea Alegre

Trindade e salvação


O evangelho de João dá uma atenção direta e consciente à
natureza única de Deus. João parece estar plenamente consciente da
unicidade, e não obstante, “trindade” de Deus.

11. Leia as palavras de Cristo nos capítulos 14 a 16 de
João e conte o número de referências às três pessoas da Divindade. Como
essas passagens nos ajudam a entender a realidade dessa importante
verdade?

Essa passagem do evangelho de João é a mais extensa
concentração de referências ao Deus de três pessoas coiguais. Aqui, a
dinâmica entre as pessoas da Trindade aparece repetidamente. A doutrina
da Trindade, longe de ser uma especulação abstrata, é a conclusão
inevitável que vem de um estudo sistemático das Escrituras.


De especial importância nesse contexto é a divindade de Cristo.
Se Jesus não fosse plenamente Deus, então tudo o que tivemos foi o
Senhor transferindo para outra pessoa o castigo pelos nossos pecados, em
lugar de assumir a responsabilidade. O ponto central do evangelho é que
o próprio Deus estava na cruz suportando os pecados do mundo. Qualquer
coisa menos do que isso despojaria a expiação de tudo que a tornou tão
poderosa e eficaz.


Pense nisto: se Jesus fosse apenas um ser criado, e não
plenamente Deus, então, sendo uma criatura, como Ele poderia suportar
toda a ira de Deus contra o pecado? Qual ser criado, não importando sua
posição exaltada, poderia salvar a humanidade da violação da santa lei
de Deus?


Se Jesus não fosse divino, a lei de Deus não seria tão sagrada
como o próprio Deus, porque a violação dela seria algo que um ser criado
pudesse expiar. A lei apenas seria tão sagrada como aquele ser criado, e
não tão sagrada como o Criador. O próprio pecado não seria tão mau se
tudo que ele exigisse fosse a morte de uma criatura e não a do Criador
para expiá-lo. O fato de ter sido necessário o próprio Deus, na pessoa
de Cristo, para sanar o pecado, apresenta forte evidência da gravidade
do pecado.


Além disso, nossa segurança de salvação por meio do que Cristo
fez por nós e não por nossas obras, vem do fato de que o próprio Deus
pagou a penalidade pelos nossos pecados. O que poderíamos fazer para
acrescentar a isso? Se Cristo fosse criado, talvez pudéssemos
acrescentar algo. Mas, com Deus, o Criador, sacrificando a Si mesmo
pelos nossos pecados... seria quase uma blasfêmia acreditar que
pudéssemos fazer algo para complementar esse sacrifício. Assim, se
Cristo não fosse divino, a expiação teria sido fatalmente comprometida.

Pense por um momento: o Criador do Universo morreu em seu
lugar, ocupando sua posição, para que você tivesse a promessa da vida
eterna nEle. Como você pode obter esperança e certeza dessa incrível
verdade? À luz dessa realidade, o que mais importa realmente?

Enviado por Fatinha Gregório via orkut

Saudades de casa


Filipenses 1:21-30

Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. —Filipenses 1:23

Gênesis 16–19

Quando nosso filho Estêvão era pequeno, participou de um acampamento cristão no verão por uma semana. Naquela mesma semana recebemos uma carta dele endereçada a “Mamãe e Papai Crowder” e dizia simplesmente, “por favor, venham me buscar hoje”. A mente dessa criança não podia compreender, é claro, que seria necessário dias para que recebêssemos sua carta e mais tempo para que pudéssemos ir até lá. Tudo o que seu coração de menino sabia era que sentia saudades de casa e da mamãe e do papai — e isso pode ser difícil para uma criança.

Às vezes podemos ser como Estêvão ao pensarmos sobre este mundo. É fácil almejar estar com Jesus e desejar ir à nossa “casa eterna” (Eclesiastes 12:5) onde “estaremos com Cristo” (Filipenses 1:23). Como filhos de Deus (João 1:12), sabemos que este mundo nunca será verdadeiramente nosso lar. Como o apóstolo Paulo, sentimos isso especialmente quando os conflitos da vida são severos. Enquanto esperava pelo julgamento em Roma, Paulo escreveu: “Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Filipenses 1:23). Ele amava servir a Cristo, mas uma parte dele ansiava por estar com o Salvador.

É confortante saber que podemos pensar no futuro em que estaremos com Jesus — em uma casa que é incomparavelmente melhor.


Não há lugar como nosso lar — especialmente quando este lar é o céu.
6 de janeiro de 2012

Bill Crowder

Publicado no devocionário Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário 1º trimestre de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Encarando o futuro


Tiago 4:13-17

…Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo. —Tiago 4:15
Gênesis 12–15

Enquanto remexia alguns papéis antigos, encontrei uma edição especial de 1992 da revista Time intitulada “Além do ano 2000: O que esperar no Novo Milênio.” Foi fascinante ler as previsões feitas há duas décadas sobre o que futuro nos traria. Algumas observações gerais estavam 100 por cento corretas, mas ninguém previu muitos dos acontecimentos e inovações que mudaram radicalmente nossas vidas. A afirmação mais convincente para mim foi, “A primeira regra das previsões deveria ser que o imprevisto continua mantendo o futuro imprevisível.”

Tiago nos lembra que qualquer visão de futuro que omita Deus é boba e orgulhosa. “Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã […] Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4:13-15).

Muitas pessoas costumavam iniciar suas afirmações sobre planos futuros com, “Se o Senhor quiser.” A frase pode ter se tornado banal, mas não o reconhecimento de que a mão de Deus pode agir de maneira contrária aos nossos planos.

Ao olharmos firmemente para frente tendo Deus em vista, podemos encarar o futuro com confiança em Seu plano amoroso.


Aqueles que conhecem Cristo como Salvador podem encarar o futuro com alegria.
5 de janeiro de 2012

David C. McCasland

Publicado no devocionário Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário 1º trimestre de 2012