quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Em busca de água


João 4:1-15

…aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede… —João 4:14

Jeremias 30–31
Filemon

Os Estados Unidos têm gastado milhões de dólares procurando água em Marte. Alguns anos atrás, a NASA enviou robôs gêmeos chamados — Oportunidade e Espírito, ao planeta vermelho para ver se havia ou tinha havido água em algum momento. Por que os EUA fizeram isso? Os cientistas estudam atentamente os dados enviados por aqueles dois pequenos robôs marcianos manipulados e procuram descobrir se em algum momento já existiu vida em Marte. E, para que isso tivesse ocorrido, seria necessário ter havido água. Sem água não há vida.

Dois mil anos atrás, uma dupla de “viajantes” partiu do interior de um posto avançado, chamado Samaria, em busca de água. Um era uma mulher que morava perto dali. O outro era um homem da Galileia. Eles acabaram se encontrando em um poço próximo à vila de Sicar. Quando isso aconteceu, Jesus encontrou a água que estava procurando e a mulher encontrou a água da qual não sabia necessitar (João 4:5-15).

A água é essencial para a vida física e espiritual. Jesus tinha uma surpresa para a mulher que estava no poço. Ofereceu-lhe a Água da Vida — Ele mesmo. Ele é a refrescante e renovadora “…fonte a jorrar para a vida eterna” (João 4:14).

Você conhece alguém que está a procura de água? Alguém espiritualmente sedento? Apresente essa pessoa a Jesus, a Água Viva. Essa é a maior descoberta de todos os tempos.


Somente Jesus, a Água Viva, pode satisfazer a alma sedenta.
3 de novembro de 2011

Dave Branon


Publicado no devocionário Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário 4º trimestre de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Placa de Proteção



Provérbios 15:1-7

A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos insensatos derrama a
estultícia. —Provérbios 15:2

Jeremias 27–29
Tito 3

Estava andando em um metrô em Minsk, Belarus, com minha amiga e sua filha, e repentinamente, caí de rosto no chão sujo de concreto. Não me recordo da queda, mas de repentinamente estar com a boca cheia de areia, pedriscos e pedregulhos. Eca! Não conseguia tirar aquilo da boca rápido o suficiente!
Não gostei do que entrou em minha boca naquela ocasião embaraçosa. Mas, as Escrituras nos ensinam que é mais importante guardar o que sai de nossas bocas. Quando o escritor de Provérbios 15 disse que “…a boca dos insensatos derrama a estultícia” (v.2), a palavra traduzida como “derrama” significa, literalmente, “explode”. Acusações imprudentes, palavras iradas e abuso verbal podem causar danos imensuráveis e vitalícios. O apóstolo Paulo falou asperamente sobre isso: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe…” (Efésios 4:29) — nada de conversa suja. Disse também: “…deixando a mentira, fale cada um a verdade…” (v.25) — nada de mentiras. E, em seguida, “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia” (v.31) — nada de assassinato do caráter. O que sai de nossas bocas deve ser proveitoso e edificante.

Vigiamos cuidadosamente o que entra em nossas bocas — e estamos certos em fazê-lo. Para honrar a Deus, devemos manter também um controle rígido sobre as palavras que saem das nossas bocas.

Cuidado com seus pensamentos — eles podem tornar-se palavras a qualquer momento.
2 de novembro de 2011

David C. Egner

Publicado no devocionário Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário 4º trimestre de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

380 - Abraão e Seu Sacrifício


1
Debaixo dumas mui formosas tamareiras,
Estando já Berseba na escuridão.
As aves escutando, entre as roseiras,
Se vê andar o patriarca Abraão.
Seu coração perante Deus está aflito,
Pois quer que O sirvamos sem murmuração;
E por amor pergunta ao Senhor bendito:
“O meu amado filho queres Tu, então?”
2
A voz de Jeová potente é ouvida:
“O teu Isaque oferece para Mim,
Embora fiques com tu’alma dolorida,
Pois te abençoo se fizeres tu assim”.
De abatido Abraão se torna forte
E Canta hinos, pois com fé medita já:
“Deus pode o meu filho libertar da morte!”
E não temendo, segue para Moriá.

3
Ao pé do monte do supremo sacrifício,
Profunda duvida entrou em Abraão:
“Irei perder da minha vida o beneficio?”
E triste começou subir com lentidão,
Pois ia dar, do coração a esperança
- No seu outono, sacrifício duma flor,&
Assim levou o seu cordeiro à matança,
Em obediência ao mandato do Senhor.

4
Isaque com a lenha, presto vai na frente,
Oh! Quanto é formoso para Abraão!
Mas eis que volta p’ra seu pai suavemente
E lhe dirige esta interrogação:
“O fogo e a lenha estou vendo que trouxemos,
Mas o cordeiro d’holocausto onde está?”
E a resposta de Abraão na Bíblia temos:
“Meu filho, Deus pra Si, Cordeiro proverá”
.
5
Chegando Abraão aonde Deus mandara,
Fez um altar e nele a lenha arrumou:
E a seu filho, que já dantes amarrara,
Tomando nos seus braços sobre o altar deitou,
Mas quando Abraão foi para imolá-lo,
O Anjo do Senhor bradou-lhe desde os céus:
“A tua mão, ó não estendas p’ra matá-lo;
Porquanto eu agora sei que temes Deus”.

6
Erguendo Abraão seus olhos de repente,
Vê um cordeiro, que no mato preso está,
E o tomando, oferece-o alegremente;
Assim “No monte do Senhor se proverá”.
A voz do Anjo é ouvida novamente;
“Diz o Senhor: Porque fizeste esta ação,
Deveras, Eu abençoarei a tua semente,
E nela, as nações benditas se farão”.

7
O nosso Isaque oferecemos com firmeza
No Moriá onde finda o ideal,
Pois foi ali que alcançaram fortaleza,
Os vencedores, sob canto angelical;
Ali, o nosso Deus jurou fidelidade,
Também os santos se encheram de valor,
E só teremos a perfeita santidade,
Depois que formos para o monte do Senhor.

Abraão e Seu Sacrifício

Autor/Tradutor: P.L.M - Paulo Leivas Macalão

Do Hinário Harpa Cristã Assembléia de Deus

AQUELE DE CUJA MÃO FUGIU O ANJO, novo livro de poemas de J.T.Parreira para download gratuito



Para os apreciadores da dita poesia evangélica, desnecessárias são as apresentações à obra de J.T.Parreira. Mas para proveito de todos, devemos prestar os devidos esclarecimentos. Poeta evangélico lusitano, com já mais de quatro décadas dedicadas à poesia, JTP é autor de seis livros de poesia e tem participação em diversas antologias; poemas vertidos para o inglês, italiano, espanhol e turco. Foi um dos deflagradores, juntamente com o poeta e pastor brasileiro Joanyr de Oliveira, do movimento pela Nova Poesia Evangélica, que a partir das décadas de sessenta e setenta do século passado insuflou um benfazejo espírito de renovação e atualização em nossas letras. Faço minhas as palavras do economista e escritor João Pedro Martins: “João Tomaz Parreira é um autor incontornável no escasso universo da literatura feita por evangélicos. A sua poesia é Poesia Gourmet.

É pois com prazer que apresentamos um novo e-book de poemas de nosso irmão. O livro Aquele De Cuja Mão Fugiu o Anjo reúne 30 poemas de inspiração cristã, plena substanciação da fina literatura que tem consagrado o autor como um dos maiores poetas evangélicos de nossa língua.

Para baixar este livro, CLIQUE AQUI.

Sobre rios e adoradores


“Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche;ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr.”
Eclesiastes 1:7

Os rios correm para o MAR …
Caudalosos por verdes campos e lindas flores,
Mas com caminhos nem sempre aplainados.
Às vezes espremidos entre paredes gigantes;
Às vezes c o r t a d o s,
feridos em pedras,
suas águas falam ainda mais ALTO.
Às vezes tragados,
somem sozinhos,
para trilhar suas cavernas escuras.
Os rios … correm para o MAR …
Às vezes assolados
por um calor impiedoso,
quase chegam a minguar.
Às vezes cansados
por fardos,
detritos pesados que turvam suas águas.
Às vezes detidos,
prisioneiros aflitos,
represados procuram,
uma trinca pequena por onde passar.
Os rios correm para o MAR …
É preciso ser rio para entender
Tanto anseio para no MAR desaparecer.
Adoradores … às vezes são como rios …
Das quedas tiram força,
Da pressão tomam impulso,
As paredes apressam seu passo para o MAR.
Quando encontram pedras, suas vidas adoram mais alto;
Tragados, anunciam vida nas entranhas da sombra da morte;
Cansados e ainda minguados, tornarão a viver.
Se a prisão não ruir, se a represa não trincar,
A “Presença da Nuvem” os fará transbordar
Porque a VOZ DAS MUITAS ÁGUAS não cessa de por eles chamar.
Rios procuram o mar,
DEUS encontra Seus adoradores.
O mar não se enche dos rios,
Mas DEUS, de vida enche os Seus
Que “para ELE tornarão a correr.”
Adoradores trincados, quebrados, derramados,
Adoradores podem dizer
Que prazer é esse: encontrar o MAR !
Correrem juntos para misturar suas águas às águas do MAR,
Para misturar suas vidas com a Daquele que os faz transbordar: JESUS.

Felipe Prates

Lula Batista "Fala-me Senhor e Meu dever"

1.Fala-me Agora
2.Erga Minha Mão
3.Braços Abertos
4.Triste e Sombrio
5.A Noite da Minha Vida
6.Soldados de Cristo
7.Jesus É O Caminho
8.Vem Comigo
9.Peregrino
10.Novo Céu
11.Minha Aflição
12.Honras e Glórias
13.Meu Dever
14.Mestre Querido
15.Viver e Cantar
16.Flores e Espinhos
17.Penetre no meu Amor
18.Meu Barquinho
19.Canta Minh'alma
20.Mamãe
21.Não Posso Esquecer
22.Nele eu Tenho Paz
23.Emblema de Amor

Mantenha-se sóbrio


Salmo 119:9-16

Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti. —Salmo 119:11

Jeremias 24–26
Tito 2

Durante uma viagem de negócios à Filadélfia, todas as manhãs eu caminhava por determinada rua em direção à prefeitura, para embarcar no metrô. Todos os dias eu passava por uma longa fila de pessoas que esperavam por algo. Eram uma amostra da humanidade em termos de idade, origem étnica e aparência. Após meditar nisso por três dias, perguntei a um homem que estava na calçada por que todas aquelas pessoas faziam fila. E fui informado de que elas estavam em liberdade vigiada ou em liberdade condicional após violar a lei e tinham de submeter-se a um teste diário de drogas, para demonstrar que estavam sóbrias.

Isto me atingiu como uma ilustração vívida da minha necessidade de manter-me espiritualmente limpo perante Deus. Quando o salmista ponderou sobre como poderia viver uma vida pura, concluiu que a chave era considerar e obedecer aos ensinamentos de Deus. “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti. Bendito és tu, Senhor; ensina-me os teus preceitos. […] Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra” (Salmo 119:11-12,16).

À luz da Palavra de Deus, enxergamos nosso pecado, mas também enxergamos o amor de Deus em Cristo. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).

Mantenha-se sóbrio… por Sua graça


Leia a Bíblia para ser sábio, creia nela para estar seguro, pratique-a para ser santo.
1 de novembro de 2011

David C. McCasland

Publicado no devocionário Nosso Andar Diário / Nosso Pão Diário 4º trimestre de 2011

*Imagem Prefeitura de Filadélfia EUA